Desde que os conceitos de cultura de massa e cultura elevada foram estabelecidos pelas escolas de Teoria da Comunicação, a formatação dos códigos culturais sofreu diversas modificações em sua essência de maneira a se adequar às características de cada época, tanto no âmbito estético, quanto na estrutura cognitiva. Partindo da premissa que a diferenciação principal entre as duas formas de manifestação existencial está em suas identificações contextuais, pode-se afirmar que suas transformações são permeadas por influências ideológicas, sociais e econômicas. Pode-se afirmar também que a cultura de massa é uma representação simplista da elevada com elementos mais heterogêneos, adaptados ao consumo geral.