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Ideias sem planejamento são apenas ideias

Não é de hoje que nós, brasileiros, somos um dos povos mais criativos do mundo; não apenas no mundo publicitário, mas em todas as áreas. Vide a televisão, novelas, programas de humor e isso apenas para ficar na área do entretenimento. O brasileiro tem a criatividade no seu DNA, poderia enumerar aqui uma série de caras como Washington Olivetto, Ronald Golias, José Bonifácio Oliveira Sobrinho, Silvio Santos entre outros, mas não é esse o objetivo do post.

O uso do celular no Brasil

192 milhões de brasileiros X 224 milhões de celulares. Não sei quanto a você, mas eu fiquei impressionado com esses números.

Workshop: Como revolucionar suas vendas com as Mídias Sociais?

INSCRIÇÕES ENCERRADAS

7 dicas para ter boas ideias – Dica 1: Não existe “Eureka!”

O escritor americano Steven Johnson tem 42 anos e passou os últimos quatro obcecado pelo nascimento das ideias. Em seu mais recente livro, Where good ideas come from – The natural history of innovation (De onde vêm as boas ideias – A história natural da inovação, sem data de lançamento no Brasil), ele vai atrás das condições que possibilitaram ideias transformadoras. Sua intenção é derrubar as expectativas em relação aos momentos de iluminação, em um indivíduo genial atina com uma grande solução. Johnson considera esse “momento eureca” um mito e tenta mostrar que por trás de grandes ideias há sempre a reciclagem de outras, as próprias e as alheias. Ele conversou com ÉPOCA sobre o tempo de gestação das ideias e os ambientes que as favorecem.

Humanização das marcas: O que a sua tem feito para isso?

O site EXAME publicou nessa semana uma matéria rica em detalhes denominada: "12 tendências de consumo para 2012" e a que mais me chamou atenção foi a tendência número 8 "Flawsome (o que mesmo?)"

Mais do mesmo não vende mais

Na década de 70 era relativamente simples montar um plano de mídia. Haviam poucas emissoras de TV e rádios, poucos jornais ou revistas. Hoje a história é bem diferente. Só de sites “.com.br” existem mais de 2,3 milhões, não sei ao certo quantos desses estão abertos a publicidade e/ou programas AdSense do Google, mas acredito que mais de 1,5 milhão possa ter propaganda em seus espaços.

Ação no twitter e facebook doa livros infantis: “tuite/like por um livro”

O Centro Educacional Leonardo da Vinci, de Vitória (ES), promove uma campanha diferente nas mídias sociais. Buscando despertar nas pessoas o foco para uma causa maior - a leitura como um processo contínuo de aprendizado - foi desenvolvida a ação "tuite/like por um livro".

Vamos pensar além do WWW

Ano passado eu comecei a me dedicar muito ao estudo do conceito de Presença Digital. Alinhei esse conceito ao meu conhecimento de planejamento estratégico digital, mudando até os rumos das minhas palestras e aulas para esse tema (disponível no meu slideshare.net/felipemorais2309), pois eu estou cada vez mais analisando o quanto as pessoas estão fragmentadas na mídia e isso é importante para entendermos como impactá-las.

Esqueça Cannes. Pense em vendas!

O propósito da nossa profissão, de publicitário é ajudar os clientes/anunciante (e prestem atenção na palavra anunciante) a vender seus produtos. Não existe empresa que produz um produto sem que deseje colocá-lo no mercado para vender. Para vender, é preciso fazer com que as pessoas conheçam o produto, para conhecer é preciso anunciar. Por mais que muitas empresas não vejam por esse lado, há anos isso funciona no mundo inteiro e vai continuar. Seja pelo rádio, TV, jornal, internet ou qualquer que seja a mídia. É preciso anunciar.

Um pouco sobre marketing de conteúdo

As mídias sociais possibilitaram um consumo de conteúdo de forma diversificada para apuração das críticas das marcas.Com essa participação mais engajada dos consumidores através dos meios digitais, as propagandas tradicionais não funcionam como antigamente. Enquanto as propagandas aparecem de forma interrupta, o marketing de conteúdo busca a permissão, gerando respeito e confiança.

Quem são os e-consumidores?

Você compra ou já fez alguma compra pela web? Se sim, considere-se um e-consumidor. Uma nova geração de consumidores que estão mais engajados, atentos e principalmente com um poder de acesso a informação nunca antes visto na história da humanidade.