O balão as vezes é mágico mesmo

A gente chamava de fofoca

Melhor esclarecer, antes de qualquer explanação que não – eu não tenho nada contra o marketing de guerrilha – mas que a gente chamava isso de fofoca lááá no tempo da minha avó chamava. Ou ‘propaganda boca a boca’. A diferença é que agora a gente tem recurso.
Estratégias de comunicação como essa têm força astronômica com o público quando associada às ferramentas de comunicação já existentes. Arrisco dizer que se torna uma ‘arma perigosa’ se mal utilizada.

Antes de continuarmos, uma explicação necessária:

Marketing de Guerrilha –  O objetivo é mostrar sua marca gerando eventos que possam ganhar espaço nos noticiários ou atrair a atenção direta do público-alvo sem pagar espaços publicitários nas mídias tradicionais como rádio, televisão, jornais e revistas.

Como fez a 3M quando, para promover a qualidade de um vidro que produz para o mercado de segurança colocou muito dinheiro numa ‘janela’ feita com esse vidro e deixou na calçada. Quem conseguisse quebrar o vidro, ficaria com o dinheiro… http://3.bp.blogspot.com/_I3A0z3Ny3xw/SigcpVRDKI/AAAAAAAAATo/9iIxKEK09RY/s400/3M.jpg  e antes que perguntem, não ninguém conseguiu a façanha.

Ou agora, como fez a família do ‘menino do balão’. Twitter, portais da internet, site de grandes emissoras… Todas elas noticiaram, com pesar, preocupação, tristeza e acima de tudo, relevância – que um garoto de 6 nos do Colorado havia desaparecido e que, a chance dele estar sobrevoando o Estado dentro de um balão construído pela família era grande.

Analisemos – Pauteiros da redação acharam relevantes, o editores aprovaram a notícia, as ferramentas eletrônicas atualizam a cada 5 minutos depoimentos de policiais e o sofrimento da família, os jornais trocaram suas matérias pré-definidas para o ‘ao vivo’. Uma hora depois, eis que surge o garoto do porão de casa… OK não julguemos o marketing de guerrilha utilizado pelos pais que queriam um reality show na TV. Analisemos o poder da informação…

A origem não se sabe, mas a multiplicação do ‘fato’ foi imediata. É a força da comunicação on line, a influência das emissoras frente à sociedade de massa. Isso é o importante, saber que a tecnologia é necessária para o aprimoramento, mas que o capital humano não pode ser esquecido. São as pessoas que decidem o quão valorosa é a notícia.

Hoje é comunicação de massa, marketing de guerrilha, mas que um dia foi fofoca foi. E funciona!

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