Miopia no marketing. Até quando?

O artigo que Theodore Levitt publicou na Havard Business Review,  o “Marketing myopia”, 50 anos após a publicação ainda é referência e pode perfeitamente ser aplicado nos dias de hoje.

Texto na íntegra disponível em áudio book: http://www.youtube.com/watch?v=s1h9nr5L3rk&feature=related

A visão curta de muitas empresas, as impede de definir corretamente suas possibilidades de mercado. Em todos os casos, a razão pela qual o crescimento é ameaçado, retardado ou detido não é porque o mercado está saturado. É porque houve uma falha administrativa. A razão desta falha ocorre na definição equivocada de seu ramo de atividade e na mínima preocupação com o cliente em relação ao produto/serviços.

Não existe o que se chama de setor de rápida expansão. Há apenas companhias organizadas e dirigidas de forma a aproveitar as oportunidades de expansão. A história de todos os negócios “de rápida expansão”, mortos ou moribundos, revela um ciclo auto-ilusório de grande ascensão e queda despercebida.

Há quatro condições que em geral provocam este ciclo:

1. A crença de que o desenvolvimento é assegurado por uma população em crescimento e mais rica;
2. A crença de que não há substituto que possa concorrer com o principal produto da indústria;
3. Fé exagerada na produção em massa e nas vantagens na queda rápida dos custos unitários, à medida que aumenta a produção;
4. A preocupação com um produto que se presta à experimentação científica cuidadosamente controlada, ao aperfeiçoamento e à redução dos custos de fabricação.

As empresas bem sucedidas que buscam a excelência em seus produtos/serviços se preocupam intensamente em satisfazer as NECESSIDADES e DESEJOS de seus clientes e o MARKETING se torna essencial para o alcance desse objetivo.

Mostrar o que uma administração com a essência totalmente voltada para o CLIENTE pode fazer para manter em crescimento um setor de rápida expansão, mesmo depois de esgotadas as oportunidades óbvias e a quantidade inovadora de novos produtos que colocam sucesso no mercado.

Você, prezado leitor, conhece algum case sobre o assunto?

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2 respostas

  1. Não sei se cabe este exemplo, mas a PepsiCo é uma empresa que a anos vende snacks e nem por isto deixou de olhar para outros segmentos, tais como peixe, aveias, achocolatado em pó, achocolatado líquido e recentemente água de coco (saudabilidade). É uma empresa que continua crescendo em seu core business porém não deixa de olhar para as oportunidades a sua volta.
    Abs,
    Alexandre Silva

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