Marketing de Experiência ganha espaço entre grandes e médias empresas

Por Bruno Mello

É quase sempre a mesma coisa: todo ano há novas metas a serem alcançadas e uma campanha de incentivo é realizada para ajudar os profissionais a cumprirem a missão de aumentar o faturamento da empresa. Na hora de premiar, as companhias lançam mão dos mesmos recursos há anos – prêmios em dinheiro, produtos ou mais raramente, viagens.

Há pouco mais de dois anos, porém, vem crescendo o número de grandes e médias empresas que estão investindo no Marketing de Experiência para compor as ações de relacionamento, promoção e recompensa não só a funcionários, mas para clientes, parceiros e prospects. Bradesco, Itaú, Kopenhagen, UOL, SulAmérica, Credicard Citi e Gerdau são algumas das companhias que oferecem experiências.

A lista de ações é praticamente infinita. Pode-se fazer um passeio de balão, ter um chef em casa preparando um jantar, passar uma noite num castelo na Europa, voar de asa delta, tomar um banho de vinho, relaxar em qualquer SPA do mundo, pilotar um carro de Fórmula 1, ter aulas de circo, esquiar, entre muitos outros. Só em O Melhor da Vida, empresa especializada neste segmento, há mais de 1.500 opções de experiências.

Case de sucesso
Uma das ações Marketing de Experiência que ganhou destaque nacional foi a promoção Sonho Mágico da Kopenhagen. A marca está oferecendo um mergulho em Fernando de Noronha, um vôo num caça em Nova York, um passeio de balão no Vale do Loire, na França, experimentar gravidade Zero na Flórida, fazer um Safári na África do Sul, entre outros.

Para o consumidor, a sensação é de poder vivenciar momentos inesquecíveis. “Isso gera uma valor para a marca muito grande só pela repercussão que esta campanha tem”, afirma Daniel Nahas, sócio-diretor de O Melhor da Vida, que desenvolveu o catálogo de experiências para a Kopenhagen.

Associar uma MARCA a momentos de prazer, de entretenimento e de EXPERIÊNCIAS inesquecíveis é o grande apelo do Marketing de Experiência. É uma tendência desenvolvida na Europa, EUA e Austrália. “Quando você dá um carro, a maioria vende para resgatar o valor do bem. Já uma experiência é inesquecível para as pessoas que ganham. O residual é muito maior”, ressalta Manoel Condado Junior, da agência Infiniti Incentive.

Fonte: www.mundodomarketing.com.br

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