Da guerra pela “atenção” à nova “comunicação por relacionamento”

A principal preocupação das empresas hoje é competir pela atenção de seu público.

Não é pra menos. Vivemos uma era em que somos “bombardeados” diariamente por uma infinidade de informações, exigindo que as empresas recorram cada vez mais a técnicas e ferramentas de aproximação com os clientes.

Dentro da imensa oferta de produtos e serviços, mudanças globais e comportamentais, os consumidores hoje só se relacionam com as marcas com que se sentem envolvidos: as que geram conexões emocionais, que respondem às suas expectativas, que os conhecem e que os ouvem.

Quase ninguém mais abre mala direta, lê pop-up ou outdoors – comunicação invasiva! As pessoas não têm tempo, não querem ser abordadas pelas empresas, são criteriosas e morrem de medo das pessoas que não conhecem. O consumidor vestiu uma armadura e as empresas não conseguem penetrá-la.

É cada vez menor a credibilidade que os consumidores atribuem às propagandas unidirecionais (emissor-mensagem-receptor), veiculadas nas tradicionais mídias de massa.

Hoje, os consumidores também emitem mensagens e com uma vantagem: os canais pelos quais esses consumidores emitem suas opiniões, satisfações ou reclamações são mais móveis e convergentes do que aqueles utilizados em massa pelas empresas (televisão, rádio, revistas etc.). Ou seja, à medida que as mídias sociais se tornam mais expressivas (blogs, Twitter, YouTube, Facebook etc.), os consumidores aumentam sua influência sobre outros consumidores, com suas opiniões e experiências.

O agente de mudança é o consumidor. Mais precisamente o consumidor 2.0, aquele que gera conteúdo on-line, que se expande em diferentes formatos multimídia. Esse consumidor emite opiniões e dissemina fatos e observações, diariamente e de forma amplificada. Participa ativamente de grupos de debate e de usuários na web, palpita sobre produtos, entra em grupos de discussão, dá notas e avalia.

Portanto, para se posicionar a altura das exigências da nova comunicação, as empresas precisam essencialmente ser capazes de gerenciar seus relacionamentos de maneira eficaz. Desenvolver a competência sistêmica de estabelecer contatos, conexões emocionais e trocas de valor recíproco e personalizado com seus públicos é fundamental e essencial à vida de todas as empresas.

Por Lívia Pinheiro – Coordenadora de marketing da Demberg.Com

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