A queda do imperador

Eis que essa semana, entre todas as possibilidades de notícias que a imprensa tem para dar, a que mais chama atenção é David Latterman assume casoS extra.conjugais. Duas observações, sim o S maiúsculo é de propósito, não isso não é um texto sobre celebridades. É um texto sobre reputação.

Como diz Goulart de Andrade, repórter dos programas da madrugada, vamos entender isso “Vem comigo”

David Latterman é um dos apresentadores mais renomados e bem pagos dos EUA e sim, por incrível que parece que atingiu esse patamar trabalhando, construindo uma imagem, assim como as empresas, criando valor à sua marca. Podemos exemplificar inúmeros casos de empresas que, assim como o apresentador, ‘escorregaram’ e deixaram aquele arranhão permanente na imagem porque brasileiro tem memória curta para varas coisas, menos quando o assunto é imagem. Quem não se lembra do caso da Schinn onde os donos eram presos por lavagem de dinheiro, o caso Bill Clinton, do Speedy da Telefônica (venda suspensa por falta de qualidade) e tantos outros….

É disso que estamos falando, da importância da marca, da reputação do trabalho incessante para gerar credibilidade e por conseqüência fidelidade por parte dos clientes, estejamos nós falando de pessoas ou produtos.

“As marcas se expressam (…)O objetivo é estabelecer uma conexão, e se esta for emocional, tanto melhor”*

Um bom slogan já não segura consumidor, eleitor, cliente…. não basta “Just do It”, ou “Porque você vale muito” a marca se sustenta pela história, por meio das ações demonstradas perante o mercado e a sociedade. Se não fosse assim, não teríamos campanhas em massa para que as empresas atuem de forma socialmente responsável.

Por isso é de extrema importância que a comunicação esteja alinhada com a estratégia da empresa, mas que seja também um braço no momento da construção da marca. Para dar sustentabilidade, para aplicar as técnicas necessárias, para coordenar o gerenciamento de crise quando necessário.

E sua empresa? Anda prezando pela marca que construiu? Valorizando os representantes dela? Gerando crédito? O preço por um mau cuidado é alto, o preço pelo ‘arranhão’ é alto. Sua empresa pensa nisso? No valor da marca?

Como não podia deixar de ser, terminamos com uma pergunta: e sua empresa? “Quer pagar quanto”????

*Referência do livro Signos da Narca de Clotilde Perez

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